Frenemy - Capítulo oito / 1° Temporada

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Capítulo oito - De Acordo Com o Plano

Ele é a sua fraqueza, e os vilões sabem disso

Antes

- Fiquem aqui okay? Não se movam, eu vou resolver uma coisa.
- Mas e quanto ao papai?

- Érr... eu vou...
- Logo você será um dos meus Louis.

- Aonde vamos?
- Vamos dar um pequeno passeio em Lyon.

Agora

Narrador On.


- Não sei. Eram tiras ou detetives ou algo assim - Okay, ela sabia que dirigir e falar ao telefone ao mesmo tempo era proibido, mas quem ligava?
- Seja o que forem eram bonitinhos.
- Jill - Repreendeu-a.
- Vocês não achou?
- Sim, certo, eram bonitinhos, mas acha que algo pode ter acontecido com o pai da Bernie?
- Talvez Penny tivesse razão. Talvez Bloody Mary tenha pegado o cara.
- Ha-ha. Muito engraçado.
- Espere, isso que eu ouvi em sua voz foi medo?
- Não.
- Charlie, estou indo para o espelho do meu banheiro agora mesmo.
- Jill, pare com isso.
- Ah não, não posso me segurar. Eu vou dizer. Bloody Mary, Bloody Mary.... Bloody Mary.
- Jill? - Ela disse depois de algum tempo do silêncio da garota - Jill? - E então ela pode ouvir seu alto e estridente grito - Jill?!- E então ouviu sua gargalhada alta, suspirou profundo.
- Você é louca, te ligo amanhã.
  Ela abriu a porta de seu guarda-roupas analisando suas peças uma á uma, ela estava tranquila, mas provavelmente por que ainda não sabia que alguém a observava. 


  Se virou fechando a porta de seu guarda-roupas e se dirigiu á mesa do computador setando-se na cadeira giratória. Pegou o pequeno frasco com os lenços para remover maquiagem e caminhou até seu banheiro. Observou seu próprio reflexo enquanto removia sua maquiagem e foi quando se assustou-se ao ver seu reflexo não fazer os mesmos movimento que ela. Recuou dois passos para trás sentindo uma gota de sangue esvair de seus olhos, limpou a gota sentindo uma enorme dor em sua córnea direita.
- Você fez. Você matou aquele garoto - Seu reflexo respondeu.
  Sua respiração estava descompassada, ela tentava gritar sem conseguir a essa altura seu rosto e suas mãos já estavam manchadas de sangue e foi quando sem forças ela caiu no chão.


- E então? - Perguntou enquanto Niall saía do necrotério e dava de encontro com Louis que esperava do lado de fora com sua moto.
- A mesma coisa, olhos arrancados - Agora ele estava parado á frente de Louis e tinha as mãos nos bolsos.
- Espera, deixa eu ver se entendi. Essa menina estava conversando com a amiga pelo telefone quando aconteceu?
- Pois é, a amiga estava com medo então a outra amiga resolveu sacaneá-la fazendo o ritual da Bloody Mary enquanto se falavam pelo celular, é claro que na hora nada aconteceu e a outra desligou, mas então ela foi pega mais tarde.
- Mas nesse caso a Bloody Mary matou quem fez o ritual diferente do outro caso que ela matou o pai da garota que fez o ritual - Disse desviando o olhar enquanto pensava.


- E tem mais, essa garota que morreu era amiga da Bernadette...
- Que era filha do morto - Completou - Bem, nesse caso sabemos que as mortes têm uma ligação, mas qual?
- Com a família Shoemaker talvez?
- Mas a garota era amiga da Bernadette, então não era bem da família.
- Deus, isso é confuso - Disse como se Louis não soubesse disso.
- A propósito, como conseguiu ver o corpo? - Arqueou uma das sobrancelhas.
- Tenho meus segredos.
- Pagou á ele? - Niall coçou a nuca como se pensasse em como responder.


- Era meu dinheiro e não vi outra saída.
- O dinheiro era seu depois de eu ter emprestado, não é? - Disse com uma expressão de tédio e Niall riu - Vamos, ainda tem muita coisa que a gente precisa descobrir nesse caso.

[...]

- Deixa eu ver se entendi, você está fazendo uma pesquisa nacional?
- É, até o banco de dados do FBI, a essa altura qualquer Mary que morreu diante de um espelho tá servindo pra mim - Disse ainda sem desgrudar o olhar da tela do notebook - Aqui, achei! - Se sentou na cama ficando de frente para Niall que ainda não tirava os olhos do computador.
- Achou oque Niall?
- A ligação, parece que se você tem um segredo bem sério, daqueles que envolvem morte, a Mary vê, vem e castiga você, mesmo sem você tê-la invocado. Dá uma olhada - Disse e ele pegou as fotos que haviam acabado de sair da impressora. Eram fotos em preto e branco da morte de Mary, e numa delas havia cravado em sua mão as iniciais T R E.


- Aí Niall, vem ver isso - Disse e colocou as fotos na cama trocando de lugar com Louis que agora estava com o notebook em seu colo.
- Parece a mesma impressão - Disse comparado as fotos, onde nas duas haviam uma marca de sangue no formato de uma mão.
- O nome é Mary Worthinton, crime não resolvido em Lyon, Paris. Aqui, achei alguém que pode responder nossas perguntas.
- Quem? - Pergunta levando seus olhos azuis a Louis.
- Você vai ver.

[...]

- Eu trabalhei 30 anos, todo mundo se aposenta e deixa alguns casos em aberto, mas a morte de Mary Worthinton nunca me saiu da cabeça.
- Oque exatamente aconteceu? - Pergunta Niall de uma vez.
- Disseram que eram repórteres.
- Sabemos que Mary tinha 19 anos, morava sozinha, venceu alguns concursos de beleza, queria sair de Lyon para se tornar atriz, e que na noite de 29 de março alguém invadiu o apartamento dela e a matou.
- Correto.
- Quando perguntamos o que houve queremos saber oque o senhor acha que ouve.


  Ele olhou para Louis como se pensasse bastante sobre algo e saiu segundos depois. O seguiram e ele os levou até um armário onde tirando uma caixa de papelão de dentro colocou sobre uma mesa á sua frente.
- Tecnicamente eu não deveria ter cópias disto - Disse e Niall e Louis trocaram olhares.
Abriu uma pasta marrom onde em cima havia escrito ''Worthinton, Mary'' e folheou até encontrar uma foto.
- Vê isso? T R E, acho que Mary queria soletrar o nome dele.
- O senhor sabe quem é?
- Não tenho certeza. Mas tinha um cara, cirurgião, Trevor. Eu acho que ele a retalhou.
- Por que ele faria uma coisa dessas?
- Ela escreveu no diário que estava saindo com um cara, só disse a inicial T. Bom, na última anotação ela dizia que ele iria contar á mulher do T sobre o caso deles.
- Como sabe que foi o tal do Trevor que a matou? - Perguntou Niall que até então só esteve ouvindo.
- Difícil dizer, mas o jeito de arrancar os olhos dela parecia coisa de profissional.
- Mas não conseguiu provar...?
- Não, sem digitais, sem testemunhas, ele foi cuidadoso.
- Ele ainda está vivo? - Agora a seção de perguntas vinha de Niall.
- Não. Na minha opinião, Mary passou os últimos dias de vida tentando revelar o segredo do cara. Mas não conseguiu.
- Onde foi enterrada? - Perguntou Louis já tendo em mente oque fazer.
- Ela não foi, foi cremada. - Louis suspirou e Niall fez o mesmo.


- E o espelho? Está em algum depósito de provas?
- Não, foi devolvido a família de Mary faz tempo - E suspiraram novamente.
- O senhor sabe o nome da família dela?
- Worthinton.
- O espelho ainda está com a família?
- Não, foi vendido á uma loja.
- O senhor sabe onde fica essa loja?

Harry Pov.

   Olhei para o céu que agora já estava atingido um tom acinzentado, sorri e coloquei as mãos no bolso do meu sobretudo preto, e enrolei meu cachecol vermelho em volta do meu pescoço, respirei fundo e fui em direção a Palais Maillot, a tarde estava fria mas ainda matinha seu clima calmo e agradável, poucas pessoas estavam na rua, empurrei a grande porta preta da boate e entrei, tocava uma música ambiente que não era tão agitada - era de se esperar já que era sábado a noite - o local em si não estava tão agitado como o de costume, poucas pessoas dançavam, a maioria estava sentada conversando e bebendo, e outras jogavam sinuca ou tiro ao alvo, me sentei em um dos sofás marrons que estavam por perto e tomei um gole do meu Whisky, fiquei balançando meu copo ouvindo o barulho dos cubos de gelo se chocarem com o vidro do copo, enquanto observava todo o local a procura de alguma vitima fácil, já se fazia um bom tempo que não me alimentava, e já era visível ver o quão fraco eu estava, continuava muito jovem e robusto, porém não me sentia tão forte como costumava sentir, precisava de uma vitima pura e que não tivesse pecado algum - uma virgem talvez - passei meus olhos por todo lugar até parar na mesa do bar men onde havia uma garota loira que bebia um copo de refrigerante - qual a pessoa que vai numa boate para beber refrigerante? - continuei a observando atentamente, até que um cara moreno se aproximou dela e começou a passar uma das mãos pela coxa da garota enquanto sussurrava coisas pecaminosas em seu ouvido, e ela apenas o empurrava e dizia que não estava pronta ainda - Então era isso, de certo ela ainda era virgem - sorrio satisfeito e volto a tomar meu drink, me concentrando na conversa dos dois, que depois de alguns minutos acaba se tornando uma discussão e o cara saí da boate deixando a garota sozinha, ela paga pelo seu refrigerante e se levanta indo em direção aos fundos do estabelecimento - essa era minha chance - pego minha carteira e jogo na mesa uma nota de cinquenta e a sigo de modo mais cauteloso possível para que ela não notasse minha presença.
  Olhei para os lados e abri a porta dos fundos e saí, porém diferente do que eu esperava encontrar eu vi apenas uma sombra negra agarrando a garota pelo pescoço, ela tinha a boca entre aberta e uma luz branca saía da mesma e ia para a sombra, semicerrei os olhos e fui em direção aonde ela estava e empurrei o que vi depois ser um homem, o corpo sem vida da garota caiu no chão assim como o do homem que gargalhava enquanto estava caído no chão.
- O que pensa que está fazendo?! - Ele parou de rir e ainda sem me olhar nos olhos e sem ao menos mover um músculo se pôs a responder a minha pergunta.
- O que você acha? Me alimentando.
- Eu ia me alimentar da alma dela!
- Chegou tarde de mais Harry - Franzi o cenho, e ele se levantou e retirou o pó que havia ficado em seu sobretudo preto, passou a mão pelos cabelos negros, e retirou de seu sobretudo um cigarro levou até os lábios e o acendeu com um isqueiro e deu uma tragada no mesmo.
- Como sabe meu nome?
- Eu sei de tudo sobre você, devo chamá-lo de Harry ou Harold? Sempre me confundo quando o assunto são gêmeos.


- Harry - Respondo ríspido e ele sorri e dá mais uma tragada no seu cigarro.
- Presumi que sim, parece que meu primeiro palpite em te chamar de Harry, deu certo.
- Não tente mudar de assunto, ainda não me respondeu como sabe meu nome, e como sabe sobre eu e meu irmão.


- Eu já lhe disse, eu sei tudo sobre você.
- E como sabe disso?
- Acho que isso responde a sua pergunta - Fala se afastando das sombras para o feixe amarelo de luz do poste e tenho total visão de seu rosto, senti um arrepio me subir a espinha e recuo um passo para trás.
- Lúcifer.
- Parece que você não é tão burro quando pensei que fosse.
- O que faz aqui?
- Estou numa missão, não que isso lhe diz respeito.
- Que tipo de missão?
- Do tipo que não lhe interessa.
- Começou a me interessar desde o momento em que você começou a fazer uma trilha de corpos por onde passa!
- Está falando das crianças desaparecidas, ora Harry, isso não tem nada haver comigo, talvez você não seja o único demônio em Paris.
- É um ritual, sei oque está tentando fazer e sei que foi você. Não estou tentando impedi-lo, só peço que seja mais cauteloso no que faz. Pensei que o grande e magnífico Lúcifer agia misteriosamente - Falo no intuito de provocá-lo e ele fecha as mãos em punho.
- E é assim que eu ajo! - Urra irritado.
- Deixando uma trilha de corpos e crianças desaparecidas por onde passa? Não me parece um bom jeito de ser cauteloso.


- Cale a merda da boca! - Ele me empurra para trás me fazendo bater as costas na parede, reprimo um gemido de dor e ele me pega pelo colarinho - Posso não agir do modo mais sorrateiro possível, mas pelo menos não sou um fraco como você! Você não se enxerga? Deixando com que a carne humana o possua, quase não se consegue manter em pé direito! - Me prensa mais uma vez contra a parede e deixa que meu corpo deslize pela mesma, se agacha em minha frente e me analisa - Você deveria ter vergonha de ser quem você é!
- Eu não sou tão fraco como você pensa!
- Tem razão você não é. Você é um dos sete pecados Harry, um demônio muito poderoso, mas que está se deixando acabar aos poucos.
- O que quer dizer com isso? - Lúcifer revira os olhos e leva uma das mãos até o hematoma em minha costela e levanta minha camiseta e analisa o ferimento.
- O processo de cura está muito lento, não era assim antes, estou certo? - Sinto meus olhos mudarem de verde para um completo preto, desço minha camisa novamente e o empurro.
- Você não sabe de nada! Eu continuo o mesmo! - Sorri debochado e me ajuda a levantar.
- Não Harry, a muito tempo você não é mais o mesmo, e se não deixar que eu lhe ajude nunca vai atingir seu potencial e voltar a ser o que era.


- Coloca uma das mãos em minha costela e sinto uma enorme dor, como se ateassem fogo em mim, a dor foi tanta que não consegui me manter em pé e desabei no chão.
- O que você fez comigo? - Pergunto com uma das mãos no local em que senti a dor, ele me dá as costas e responde.
- Te ajudei. Sugiro que livre-se desse corpo ou meus amiguinhos terão que lhe convencer disso - Faz um sinal com as mãos, e do chão surgem sombras negras que se juntam e se transformam em duas grandes feras, com dentes pontudos e olhos completamente vermelhos, salivavam muito e me olhavam como se eu fosse um pedaço de carne. Cães infernais - E a propósito, eles estão famintos então sugiro que seja rápido - Estava pronto para responde-lo quando sinto aquela dor novamente, agora muito mais forte fazendo com que eu soltasse um gemido de dor, sinto um forte cheiro de sangue e olho para minha mão que está no local do hematoma e vejo a mesma suja de sangue negro, engulo um seco e levanto minha camiseta. Os arranhões não estavam mais lá. Estava curado. 

Narrador On.

   Era por volta de 23:30 quando finalmente Niall e Louis chegaram á loja de espelhos, estava escuro e frio, e o céu tinha um tom marrom não tão típico da Cidade da Luz, pararam em frente da loja e suspiraram olhando a fachada.
- Eu estava pensando - Louis quebrou o silêncio - Talvez quebrar o espelho não seja o suficiente.
- Por que acha isso?
- A Mary é difícil de segurar, ela fica passando um espelho pra outro, quem garante que ela não vai se esconder pra sempre? Eu acho, que vamos ter que acabar com ela. Atrair a Mary para o próprio espelho e então destruí-la.


- E como sabe se vai funcionar?
- Eu não sei. Não garanto nada.
- Quem vai atraí-la?
- Eu vou, ela vai vir atrás de mim - Disse enquanto Niall apenas negava.
- Você vai morrer - Disse Niall ríspido e com uma expressão séria.


- E de que serve você então? - Disse e Niall suspirou negando mas não respondeu, sabia que tinha de protegê-lo e não via outra saída para aquilo senão matá-la. Pulando o portão eles entraram na loja, como o esperado haviam espelhos em todo lugar e aquilo era assustador.
- Vamos procurar - Disse enquanto segurava uma foto do espelho na direção do feixe de luz da lanterna de Louis.
   Andaram por todo o lugar até Louis finalmente achar oque procurava, Niall e Louis compararam o espelho da foto com que havia á frente deles e era notável certa semelhança.
- É esse? Tem certeza? - Mas Louis apenas deu sua lanterna á Niall sem responder.
- Bloody Mary... Bloody Mary... - E suspirou engolindo em seco. Segurava uma barra de ferro em suas mãos enquanto tomava certa coragem para dizer uma última vez.
   E foi então quando Niall notou certo feixe de luz muito forte iluminando o lugar, ele passava por toda a extensão, como se procurasse algo ou alguém e Niall já sabia oque era.
- Eu vou olhar, cuidado. Destrua tudo que se mexer - E saiu se esquivando entre os espelhos.
- Bloody Mary... - Disse ainda com a barra de ferro em punho e olhando em volta. Nada, nada de Bloody Mary. Virou-se de costas mas ainda não via nada. E virando-se de frente viu seu reflexo no espelho mas este não estava na mesma posição em que Louis estava. Jogou sua barra da ferro no chão e os olhos de seu reflexo começavam a sangrar, assim com os seus faziam agora.
- Vamos seu inútil, morra - Dizia a voz muito semelhante a sua - Você deveria ser inimigo dele, deveria tê-lo matado enquanto teve tempo, mas agora, agora seu tempo já se esgotou. Quando você está perto não quer mata-lo, por que é tarde de mais, você já se apaixonou por ele - Continuava dizendo a voz no reflexo e os olhos de Louis continuavam a sangrar - Oque acha que seu avô vai pensar quando souber que você se pega escondido com um demônio? Você é uma abominação Louis, tem que morrer - Agora Louis já não tinha mais forças e se contorcia ao chão enquanto seu próprio reflexo o olhava sorrindo.
  Do lado de fora dali um Niall que escondia uma arma tentava convencer dois policiais de que aquilo era só um engano.
- Foi tudo um engano. Sou filho do dono.
- Você é filho do senhor Hofstader? - Disse um dos policiais ainda sem baixar a arma. Niall se aproximou.
- Pois é, como eu disse, eu sou adotado - E hesitante ele parecia estar começando a acreditar - Olha só gente, eu não tenho tempo pra conversa agora não - E rapidamente bateu com o cano de sua arma na cabeça de um policial que logo em seguida desmaiou e fez o mesmo com o outro que também desmaiou.
   Correndo e entrando ali novamente Niall ouvia Louis urrar de dor e uma voz muito parecida com a sua - só que mais assustadora. Num golpe rápido bateu com a barra de ferro contra o espelho que quebrou. Ajudando Louis ele se ajoelhou ao seu lado enquanto o mesmo parecia bem, mas continuava ofegante. Enquanto Louis sentia muita dor não pôde evitar de pensar que deveria ter chamado Harry para acompanha-los até Lyon e que deveria ter passado mais tempo com ele enquanto teve chance.
- Tá tudo bem cara? - Antes que este pudesse responder eles ouviram algo e olharam em direção ao espelho, uma mão apareceu, e depois uma cabeça e então uma mulher começava a se arrastar para fora do espelho logo ela estava de pé em frente a Louis e Niall e logo seus olhos começaram a sangrar, os mesmos automaticamente levaram sua mão ao peito sentindo do dor.
  Louis já estava exausto, então sobrou para Niall pegar - com muito esforço - um espelho ao seu lado e coloca-lo em frente a Bloody Mary que observava seu reflexo muda.
- Todos essas pessoas... - Pôs-se a dizer - Você matou, cada uma delas. - E então de seus olhos assim como o de Niall e Louis começou a esvair sangue e logo a mulher começou a simplesmente derreter, como mágica, mas antes que pudesse chegar ao chão tudo que restou dela virou apenas mais cacos de vidro. Recuperando suas forças Louis e Niall se sentaram no chão ofegantes.
- Louis...
- Oque? - Respondeu sem levantar seu olhar a Niall.


- Isso vai dar oque? 600 anos de azar?

Continua...

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 E aí pessoas? Ficaram com medo da Bloody Mary? Eu espero que sim pq eu sou malévola hehe O que vocês tão achando deles caçando? Um Anjo e um humano caçando são uma dupla e tanto, obrigada pelos comentários no capítulo anterior, agradecemos de verdade, podem comentar sem medo o que vocês pensam da nossa Frenemy já que nós a escrevemos para vocês, byee - Bea

Mini Imagine - Zayn Malik

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Stockholm Syndrome

    As gotículas d'água atingiam a poça fazendo um barulho ao menos relaxante para se ouvir, o cômodo calmo e escuro já não o incomodava mais, ele já havia se afeiçoado ao local e tinha se acostumado muito com o mesmo, era como se de agora em diante ele fizesse parte do mesmo, como se as aranhas que passavam pela lâmpada de luz clara fazendo sombras assustadoras de agora em diante fosse suas mais fiéis confidentes, como se o pio da coruja que se juntava a ele no lado de fora pousada a um galho já não o incomodasse mais, como se os galhos que formavam ruídos estranhos ao tocarem o vidro da única janela que ali havia não o assustasse mais. Seus lábios estavam secos por conta da mordaça que ela sempre insistia em por, a camisa cinza estava manchada e um pouco úmida por conta do suor, os cabelos molhados também por conta do suor bagunçados de uma forma completamente deliciosa, os olhos castanhos se encontravam tranquilos e calmos, as mãos postas para trás amarradas num nó perfeito, ela sempre o teve amarrado, e sempre teria. Já não era mais sua intenção achar uma maneira de sair dali, mesmo sabendo que em breve eles viriam para o encontrar. Ouvindo o ranger da porta, ele se endireitou e fingiu uma expressão de disposição, como se nunca estivera cansado, o que era verdade, em passos lentos ela decia pela escada que fazia um novo barulho a cada novo passo que ela dava, já frente a Zayn ela sorriu diabólica num misto de malicia, e Zayn conhecia bem aquele sorriso, se dissesse que não gostava estaria mentindo para si mesmo, as unhas grandes pintadas em um preto brilhante, arranharam de leve a pele nua de seu pescoço, Zayn arfou com o ato fazendo com que ela sorrisse mais ainda, e retirando sua mordaça ela cobriu seus lábios com os seus pintados de um vermelho ardente o beijando com vontade, primeiro calmamente, deslizando sua língua macia contra a língua quente de Zayn, só desfrutando por um momento da conhecida sensação, agora com um delicioso gosto de menta, Zayn tinha gosto de menta, para então exigir tudo que pudesse dele, tudo que tinha direito, puxando o lábio inferior da garota Zayn sorriu sapeca, ao que ela limpou seu lábio marcado de vermelho por conta do batom com o dedo indicador, retirando seus coturnos negros ela delicadamente colocou seu pé sobre o joelho do garoto e começou a lentamente retirar sua meia calça preta, Zayn percorria os olhos por sua perna com um desejo enorme em tê-la para si, ela sabia o efeito que ali lhe causava e por isso seu jogo de provocações não parou por ai, depois de já ter retirado por completo as meias, ela começou a desabotoar os botões da sua camisa e por fim joga-la em algum local do porão que menos lhe importava agora, deixando Zayn com uma visão privilegiada de seu sutiã negro, ele mordeu o lábio inferior esperando por mais, e ele teve mais, deslizando os shorts pelas pernas ela se livrou deles e Zayn se viu suando frio ao perceber que a garota não usava calcinha, ela gargalhou e tratou de se ajoelhar frente ao rapaz e começar a desabotoar seu jeans surrado, para em seguida se livrar dos coturnos do garoto e das meias, mordeu o lábio com força ao ver o volume que ali se encontrava, arranhando-o de leve por cima do tecido fazendo Zayn arfar com tal ato, livrando-se  da boxer preta, ela se sentou em seu joelho, e se desfez de seu sutiã, Zayn a examinava com um sorriso sem igual brincando em seus lábios, ele nunca desejou tanto alguém como a desejava agora, e lhe selou os lábios para em seguida despi-lo de sua camisa cinza, e de uma maneira inexplicável e selvagem ela rasgou-lhe a camisa apenas com as unhas, as unhas grandes desenhavam seu abdômen definido, Zayn saberia que aquelas seriam marcas nas quais ele nunca esqueceria como foram feitas, arranhando sua nuca enquanto trocavam olhares calorosos, castanhos em contato com os azuis, puxando seu cabelo com força ela o beijou ferozmente, por que não provoca-lo um pouco? Os quadris em sincronia um com o outro, até que ela se permitiu sentir aquela sensação maravilhosa, deixando que ele a possuísse por completo e inteiramente, movendo os quadris com precisão a fim de proporcionar prazer para ambos, os corpos suados pareciam cansados a ponto de parar a qualquer momento, mas as investidas nunca paravam, somente cresciam, o deslize delicioso do corpo dela sobre o dele, os pontos que ela conseguia alcançar, o prazer no qual mergulhavam sem fim. Zayn estava perto demais, ele quase sentia o gosto em sua boca, a realização desenrolando-se por seus músculos. Mais um pouquinho naquele ritmo, só mais um pouquinho. Mas então sesou atingindo uma velocidade quase nula, a fim de parar, arfando a garota colou suas testas.
- Isso é tão errado, mais ao mesmo tempo me parece ser tão certo.
- É porque é o certo (Seu/Nome) - Disse ofegando.
- Não, não é, eu tenho te mantido refém aqui por tanto tempo, que me sinto incapaz de te deixar ir agora.
- Então não me deixe, me mantenha aqui para sempre, você me tem amarrado.
- Eles estão vindo, temos pouco tempo.
- Então vamos aproveitar cada segundo que ainda temos - Selando os lábios dos dois, mantendo-os grudados enquanto voltava a se mover com entusiasmo. A cadeira na qual Zayn permanecia amarrado balançava, o suor escorria pelas costas de ambos, os olhos num contato inquebrável. Pouco bastou para que (Seu/Nome) chegasse ao seu máximo, foi como se as portas do paraíso tivessem sido abertas diante dos seus olhos. Mas então Zayn também chegou ao seu ápice, sussurrando o nome dela, alívio para seus ombros tensionados. Deslizando para longe dele, o vazio a incomodou por um momento, e a ele também. Estava pronta para se levantar pegar suas roupas e fugir enquanto tinha chance, mas algo a impediu, as palavras, palavras que ela nunca pensou que ouviria. 
- Não desista de mim agora, (Seu/Nome) - Zayn sussurrou, as energias esgotadas.
- Zayn eu... Eu preciso - Ele riu sem humor.
- Eu me acostumei a ser mantido por você, olhe o que você fez comigo, olha o que acabamos de fazer agora. Eu sei que em breve eles viram para me encontrar, e temo que você tenha de fugir, mas minha Síndrome de Estocolmo está aqui agora, eu me apaixonei por você (Seu/Nome).


 Ela não o respondeu, apenas correu os olhos azuis pelo cômodo apenas para encontrar o isqueiro, que segundos avistou perto de seu short, o alcançou e aproveitou para pegar um cigarro, endireitou-se no colo de Zayn, o olhou nos olhos, e, acendendo o cigarro rapidamente, ela o levou aos lábios, antes de tragar longamente e soprar a fumaça diretamente na boca de Zayn, que fechou os olhos e esperou a sentença, apreensivo e sem esperança alguma.
- É tarde de mais para qualquer coisa. Principalmente para nós dois.
- Não precisa ser.
- Precisa. Mas não se preocupe, não vou te deixar sem nenhuma lembrança minha - Pressionou o cigarro aceso na pele de Zayn, logo abaixo das clavículas, deixando que queimasse por um momento antes de beijar o local, demoradamente. Zayn não sabia ao certo o que predominava, a dor ou a excitação do momento, mas também sabia que aquela marca seria um lembrete cruel de tudo que havia perdido. Mas precisava restar algum tipo de tempo, algum tipo de chance para eles dois. E passando as mãos para trás ela desatou o nó da corda que prendia Zayn, se levantou procurando as peças de roupa perdidas, vestindo-as a medida que as encontrava e finalizando o cigarro, sem emoção alguma. Zayn tratou de fazer o mesmo, rapidamente, pegando as boxers e a calça que se encontrava no chão.
- Isso é um adeus, Zayn.
- Prefiro acreditar que é um "até logo".
- Por quê eu? - Ela se pegou perguntando.
- A gente não escolhe por quem se apaixona (Seu/Nome). Simplesmente acontece - Falou acariciando seu rosto com uma das mãos, ela abaixou a cabeça e ele a segurou pelo queixo erguendo-a novamente, segurou suas mãos e deu seu melhor sorriso, ao que ela correspondeu - Sentirei falta dos seus irresistíveis olhos azuis.
- Pensei que sentiria mais falta do sexo - Zayn riu anasalado.


- Também mas... - Foi interrompido por estridentes sons de sires de carros de polícias, que se aproximavam cada vez mais e... Helicópteros? 
- Droga! Eu preciso ir agora - Se soltou de Zayn e correu em direção a pequena janela retangular conseguindo passar pela mesma - Adeus Malik - Zayn ficou ali, a observando fugir sem nem ao menos se incomodar em dar um Adeus decente, parece que o que acontecia entre eles estava óbvio, óbvio até demais, mas Zayn ignorava essa possibilidade, mesmo sabendo que entre eles dois, somente um estava realmente apaixonado, e se amaldiçoava por ter se entregado tão desesperadamente para ela, por ter sido o primeiro a estender a bandeira branca, por ter desejado toca-la como nunca antes, a droga de seu perfume adocicado ainda estava impregnado em seu corpo, e em sua camisa - ou melhor o que restou da camisa - que estava sobre o chão, Zayn a pegou e inalou seu perfume, como se não quisesse esquece-la, como se quisesse recordar das melhores experiências que ela tinha lhe proporcionado, como se quisesse registra-los todos em sua memória, guardou o que restou de sua peça de roupa no bolso traseiro de sua calça jeans, e deu um meio sorriso ao perceber que a faca na qual ele usava para tentar escapar ainda estava ali, passou os olhos pelo local que agora seria apenas uma mera lembrança para ele, e percebeu que ela havia deixado para trás seu maço de cigarro e isqueiro, tratou de pega-los e guardar los, deixou de lado seus devaneios ao ouvir a porta ser arrombada com força.
- Ele está aqui! - Gritou um dos polícias - Achamos o garoto perdido - E com Síndrome de Estocolmo Zayn quis acrescentar.

Um ano depois...

   Se moveu desconfortavelmente na cama, virando-se para o outro lado foi como se o sono tivesse desaparecido, sentou-se em sua cama ainda meio zonzo, bocejou e se sentiu grato por ter lembrado de fechar as cortinas na noite anterior, por que pelo contrário o sol predominava do lado de fora, se levantando ele foi até seu banheiro e tomou um banho longo e demorado, saiu minutos depois com a toalha presa em sua cintura, vestiu sua boxer preta e seu jeans preto, caçou uma camisata qualquer com um nome de um banda na qual ele nem se lembrava e a vestiu, calçou seus coturnos negros e foi para o banheiro novamente, escovou os dentes enquanto observava seu reflexo, ali abaixou de sua clavícula a pequena queimadura que lhe trazia tantas recordações, flashes do sonho que tivera na noite anterior ainda rodavam dua cabeça, como muitas das vezes havia sonhado com ela, suspirou depois de enxaguar sua boca e secá-la com uma toalha, voltando ao quarto pegou o que sobrou de sua camisa cinza que ela havia rasgado, seu perfume ainda se encontrava na peça, e a amarrou na cabeça como uma bandana.
    Como de costume Zayn sentou-se na última mesa ao fundo do café pouco movimentado, tomando seu chá - inicialmente era café mais estava tão fraco que parecia chá - e rabiscando alguns desenhos, suspirou entediado e estava pronto para pedir a conta, quando passou perto de si rapidamente adentrando o banheiro, Zayn podia jurar que havia a visto, se levantando bruscamente ele olhou para os lados se certificando que ninguém iria vê-lo entrar no banheiro feminino, o que ele logo o fez, e lá estava ela de costas para si, passava seu tão conhecido batom vermelho enquanto se olhava no espelho, Zayn ficou imóvel sem saber que movimento ou ação deveria fazer, ela sorriu com malícia virando-se para olha-lo.
- Foi um "até logo", afinal - Zayn não pode evitar o que aconteceu a seguir, e ela não queria que evitasse, entrelaçando suas pernas ao redor de sua cintura, Zayn passou as mãos pelas coxas da garota, a colocando sobre a pia de mármore e a beijando desesperadamente, luxúria e desejos estavam presentes no beijo, o corpo de ambos respondiam ao ato, o calor subindo-lhes a espinha, Zayn apertava suas coxas com forças ao que ela respondia com fortes mordidas em seu lábio, a sensação de finalmente poder tocá-la era inexplicável, separaram-se por falta de ar, com as mãos em seu ombro ela o trouxe para mais perto dando-lhe um selinho,  e então desceu uma das alças de sua blusa pouco descente, deixando a mostrar uma tatuagem que agora habitava o local, escrito em árabe o nome do amado, Zayn sorriu com o que leu, e começou a distribuir beijos quentes pelo local, e puxando-lhe os cabelos ela mordeu o lóbulo de sua orelha logo após de sussurrar.
- Espero que ainda esteja com a Síndrome de Estocolmo.

FIM 

Oi meus amores! Voltei aqui com o imagine do Zayn hahaha espero que gostem desse imagine, ele é bem safadenho, mas tenho certeza que vão gostar, começo escrever o do Niall hoje, e assim que termina-lo volto aqui para posta-lo, ah e mil desculpas pela falta de gif, é um lixo ficar sem computador tanto que escrevi esse imagine todo pelo celular, e o máximo q consegui foram esses dois gifs, bom melhor do que nada né? Até pediria para a Bea fazer o favor de por os gifs pra mim, mas ela esta tão ocupada com o imagine do Harry que nem ao menos perguntou se eu queria ajuda com os gifs... Mas tudo bem né? Me virei da maneira que pude, por isso ai esta hahahaha prometo q assim que escrever o do Niall vejo se posso por os gifs pelo computador da minha vó, eu meio q desabafei aqui né? Hahahaha mil desculpas por isso gente, enfim, comentem tudo e não me escondam nada digam tudo que gostaram nesse imagine e se não gostaram prometo tentar melhorar, e uma dica, um bom jeito de me ganhar é com comentários grandes :) Amo vcs <3 - Sara xoxo

Frenemy - Capítulo sete / 1° Temporada

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Capítulo sete - Bloody Mary

Acidentes não acontecem acidentalmente

Antes

- Niall. Arcanjo, seu protetor ou anjo da guarda se preferir.
- Isso... Isso é sério?


- Louis, não seja mentiroso. Eu tenho percepção sobrenatural sabia?
- O que você procura não é o Harry, eu juro.

- Olá crianças, o que acham de me ajudarem em uma coisa?

Agora

Zayn Pov.

- Crianças não!! - O pai gritou desesperado enquanto entrava exasperado pela grande porta de vidro do edifício, sorri malvado e apertei o botão do último andar e logo as portas do elevador se fecharam, deixando John com uma expressão perplexa. Dentro de alguns minutos o elevador pára e as portas se abrem, estávamos na cobertura do edifício, saímos do elevador e as crianças me observavam curiosas.
- Fiquem aqui okay? Não se movam, eu vou resolver uma coisa - Retiro do meu bolso as duas truffas e entrego uma para cada e eles sorriem em agradecimento.
- Mas e quanto ao papai? 
- Vai ficar tudo bem com o pai de vocês, iremos apenas conversar okay? - Bagunço o cabelo do garotinho com as mãos e ele sorri com a boca toda suja de chocolate.
  Dou meia volta indo em direção ao elevador enquanto ajeito minha jaqueta e entro no mesmo, aperto o botão do térreo e espero até que ele pare no lugar de destino, e para minha surpresa assim que as portas do elevador se abrem encontro John, que assim que me vê entra no elevador rapidamente e me agarra pelo colarinho.
- O que você fez com meus filhos?! - Cospe as palavras em meu rosto e eu sorrio.
- Não é o que eu vou fazer com seus filhos, e sim oque você vai fazer com eles - Ele me olha confuso e ainda com o sorriso no rosto coloco uma de minhas mãos no seu ombro e da minha boca saí uma fumaça preta, que entra em sua boca, fazendo com que seus olhos fiquem completamente negros, ele me solta e ergue a cabeça e me olha sorrindo maléfico - Você já sabe oque fazer John - Digo e saio do elevador e ando em direção a saída do edifício. 

Narrador On.

   Sirenes altas cobriam toda a cidade de Paris, muita movimentação e pessoas curiosas cercavam o grande edifício, onde se encontrava um pai louco que ameaça jogar seus dois filhos do alto do edifício, a polícia havia cercado o local para que ninguém entrasse. Ao ouvir o barulho das sirenes, Louis, Niall e Harry logo notaram que havia alguma coisa de errado, Niall e Harry se entreolharam e saíram correndo em direção ao edifício deixando Louis para trás, que não demorou muito e logo se pôs a correr para tentar acompanha-los, chegando frente ao edifício que estava completamente cercado por olhares curiosos, que tinham sua atenção para o alto do edifício onde John gritava que iria jogar as crianças, Harry despista alguns policias para que Niall possa entrar no edifício e fazer seu trabalho como Arcanjo, Louis estava no meio da multidão de pessoas olhando para cima assim como todas elas, porém algo tirou sua atenção, numa certa distância, um homem de cabelos negros, olhos castanhos, um sorriso nos lábios, camisa xadrez vermelha, jaqueta de couro preta, jeans escuro, e uma bota preta, Louis o olhou semicerrando os olhos e ele sorriu mais ainda e fez um gesto com a cabeça para que Louis o seguisse e assim ele o fez, o seguindo até um beco completamente deserto, e lá estava o homem misterioso com um pequeno ser nas mãos, a vida não estava mais em seus olhos, Louis se aproximou mais dele, e logo ele deixou que sua voz aveludada soasse.
- É inevitável, um dia isso acontecerá com todos - Ele fala brincando com o pássaro morto que está em suas mãos, Louis engole um seco e se aproxima mais dele.
- É.
- Mas por que não brincar um pouco com a morte? - Sorrindo ele fecha sua mão em punho e logo a abre novamente e o passarinho sai da mesma com vida e se põe a voar - Voi' la.
  Louis tinha os olhos arregalados, não podia acreditar no que havia acabado de presenciar, ele havia feito mesmo o que ele pensava ter feito? Ou foi só coisa da sua cabeça? Ele era bruxo ou algo do tipo?
- Não Louis, eu não sou um bruxo, se é isso que está pensando - O garoto ficou sem fala, como ele havia feito isso? Como ele sabia no que Louis estava pensando? Talvez, fosse médium ou algo do tipo - E não, também não sou um médium.
- Co-como consegue fazer isso?
- Isso oque? - Questiona brincalhão olhando para Louis que mantinha sua expressão surpresa.
- I-isso, quer dizer, trazer a vida de volta para aquele passarinho e poder saber oque estou pensando.
- É só uma coisa minha, não se preocupe que com um pouco de prática você também poderá fazer isso.
  Louis estava pronto para responde-lo quando escuta Niall gritar seu nome, Zayn sorri debochado e fala.
- Parece que seu amigo está te procurando.
- Érr... eu vou... - Ele indica para a saída do beco e Zayn faz que sim com a cabeça.
- Logo você será um dos meus Louis. 
O garoto o ignora e faz que não com a cabeça e continua andando, depois de estar em uma distância aceitável do local aonde estava, ele se vira para ver se aquele ser misterioso ainda estava lá e não encontra nada além de o vazio.


5 DIA DEPOIS...


   Já provavelmente se passava da meia-noite mas ainda sim três garotas que tinham entre 12 e 14 anos riam muito alto. Era apenas uma festa do pijama comum, ou pelo menos elas achavam que era. Melody riu e mais uma vez girou a garrafa, que apontou para Penny.
- Verdade ou desafio Penny?
- Desafio - Disse a garota decidida.
- Eu te desafio á... Hum... Dizer Bloody Mary três vezes - Respondeu animada.
- Não tem nada melhorzinho não?
- Ah vamos lá Penny, não vai nos dizer que tem medo de fantasmas? - Pronunciou Amy pela primeira vez naquela rodada arqueando uma das sobrancelhas. Penny preparou sua objeção mas acabou por se render bufando.
  Pegou uma das velas que haviam acendido e subiu as escadas que levavam até o banheiro do segundo andar. Entrou no banheiro fechando a porta atrás de si e colocou uma das velas na pia, suspirou.
- Bloody Mary... Bloody Mary... - Agora uma brisa fria começava a apagar a vela, Penny tinha medo mas não queria mostrar isso ás sua amigas - Que coisa idiota... - Admitiu - Bloody Mary.
   Nada aconteceu, ali só haviam apenas o silêncio e Penny. Mas então ela ouviu uma barulho na porta, parecia alguém tentando entrar Penny agora já estava muito assustada. Abriu a porta abruptamente e deu de encontro com duas garotas que riam descontroladamente de seu desespero.
- Suas idiotas - Disse ainda assustada mas agora rindo.
- Meninas, será que podem falar mais baixo?
- Foi mal papai.
- Desculpem senhor Shoemaker - Disseram as outras duas em coro.
   E enquanto desciam as escadas em direção a cozinha as garotas sumiram de seu campo de visão e então seu pai se dirigiu até o banheiro, andava tranquilo pelo corredor sem saber que estava sendo observado. 


    Abriu a porta do espelho e tirou de lá seus remédios que tomava frequentemente. Colocou-os todos na boca de uma só vez, forçou os olhos em seu reflexo no espelho e oque viu o fez engasgar.
   No andar de baixo as garotas conversavam animadamente enquanto bebiam suco e riam. Bernadette ou Bernie - como gostava de ser chamada - acabara de chegar e agora toda a atenção estava levada á ela.
- Olá figuras, estão se divertindo? - Disse apoiando seu queixo no corrimão e observando as garotas.
- Você já passou do seu horário - Penny protestou.
- Falou pai - Caçoou enquanto subia as escadas.
  Subiu ás escadas mas parou ainda no começo do corredor, onde viu sangue. Engoliu em seco se aproximando e abriu a porta devagar. Ainda sem se dar conta do que havia acontecido Bernie gritou o mais alto que pôde.



[...]


   Caixas e mais caixas de papelão, o quarto de hóspedes - agora de Niall - se resumia á isso. Era o segundo dia desde que ele se mudaram para lá e ainda não havia tirado suas coisas das caixas.
- Bom dia Louis - Se sentou na ponta da cama e disse animado o que Louis ouviu baixo ainda por conta do sono que sentia.
- Bom dia Niall - Disse ignorando o fato de este tê-lo acordado - Vejo que já se acostumou ao lugar? - Disse se referindo a tigela de cereal com leite que Niall comia.
- Não tem isso de onde eu venho - Apontou com a colher e pegou mais um pouco. Louis apenas riu negando.
- Será que pode...? - E apontou em direção á porta de seu quarto.
- Ah claro - Disse e se dirigiu até a mesma.
- Hey Niall! - E ele se virou arqueando as sobrancelhas, pois sua boca estava cheia de seu café da manhã e o leite lhe escorria pelo canto da boca - É impressão minha ou você está mais legal?
- Bem, nós teremos de conviver não é? - Disse e Louis riu assim como ele.




[...]


- Louis qual é? Você tem o seu notebook.
- Descarregado - Disse sem tirar os olhos do monitor e deu uma mordida em seu sanduíche.
- Mas isso não é problema meu.
- Minha casa, minhas regras - Disse se jogando no sofá ao lado de Niall que riu rendendo-se.
   Louis percebeu que agora sendo um caçador nunca havia agido como tal, mas decidiu que esse dia seria diferente. Abriu o site do jornal local de Paris para tentar achar algo estranho, o seu tipo de estranho. Pareciam todos casos comuns da polícia, mas um o chamou mais a atenção. ''Homem têm os olhos arrancados, filha encontra o corpo.'' Clicou no título e enquanto terminava seu café deu uma olhada na matéria.
- Oque acham? - Disse virando o notebook para Niall e seu vô que leram o título e logo depois trocaram olhares. Enquanto pegava suas armas e coisas que achou que poderia precisar deixou o notebook com seu avô e Niall que terminavam de ler a matéria.
Desceu as escadas e parou frente á Niall jogando seu sobretudo bege em seu colo.
- Aonde vamos? 


   Disse mais ainda assim vestiu a peça que Louis jogara.
- Vamos dar um pequeno passeio em Lyon - E sorriu, ao que Niall deu de ombros.


[...]


- Já chegamos - Anunciou Niall á Louis - que não perdera a mania de agarrar-se ao amigo quando estava na moto.
- O que acha que realmente aconteceu com esse cara? - Disse Louis tirando o capacete.
- É oque vamos descobrir.
  A moto estava estacionada á poucos metros da casa. Louis e Niall desceram se dirigindo á mesma, a porta estava aberta mas ainda sim Niall bateu fraco e educadamente anunciando sua chegada. Louis olhou em volta onde viu uma mesa com flores e um porta-retrato onde havia uma foto de George em preto e branco. Havia pessoas conversando baixo por toda á casa, todas vestidas em preto.
- Parece que estamos mal vestidos - Disse Niall pouco antes de um homem de meia-idade os atender e lhes mostrar onde se encontravam á família de George.
  Bernadette e mais duas amigas estavam sentadas em um banco branco conversando atrás da casa.
- Oi... Hum... Nossos sentimentos.
- Obrigada.
- Sou Louis, esse é Niall, éramos amigos de seu pai - Disse e elas trocaram olhares.
- É mesmo?
- Pois é, que coisa, foi derrame? - Disse Niall de supetão e a garota desviou seu olhar a seu colo.
- Eu acho que ela não quer falar sobre isso agora - Disse a loira ao seu lado.
- Tudo bem, tá tudo bem - Respondeu-a.
- Quais foram os sintomas? Tonturas, enxaqueca...
- Não.
- É por que não foi um derrame - Disse pela primeira vez Penny, que todo tempo esteve sentada ao seu lado de costas.
- Não fala assim - Repreendeu-a - Me desculpem, ela tá nervosa.
- Aconteceu por minha culpa.
- Querida, não foi - Disse sua irmã.
- Penny, por que está dizendo isso? - Disse se agachando á sua frente.
- Antes de ele morrer eu disse.
- Disse oque?
- Bloody Mary três vezes no espelho do banheiro - Olhou para Niall que suspirou - Ela arrancou os olhos dele. É oque ela faz.
- Penny, não foi assim que o meu pai morreu, não foi sua culpa - Disse a irmã protestando.
- Eu acho que sua irmã tem razão, Penny - Ela levou seu olhar a Niall - Não podia ter sido Bloody Mary, não foi seu pai quem falou, foi?
- Não, eu acho que não - Disse e Nial arqueou as sobrancelhas.
  Niall e Louis escaparam enquanto tiveram tempo e se dirigiram dentro á casa, especificamente ao banheiro.
- A lenda de Bloody Mary. Seu avô achou provas que era real?
- Não que eu saiba.
- Em todo o lugar, por todo o país a crianças brincam disso e ninguém nunca morreu.
- Mas aqui é real.
- O lugar onde a lenda nasceu - Completou - Segundo a lenda, a pessoa que diz... - E abriu a pequena porta do espelho em direção á Niall que fechou rápido - A pessoa que diz você sabe oque morre, mas aqui... 
- O pai morreu no lugar - Agora o amigo completou - Nunca vi algo assim. Mas o cara morreu em frente ao espelho, a filha tem razão, a lenda diz que você sabe quem arranca os olhos.


- Vale á pena investigar.


[...]


- Achou alguma coisa? - Disse se sentando na cama.
- Além de um novo grau de frustração? Não.


E fechou um livro á sua frente - Eu pesquisei tudo, poucas mulheres aqui cometeram suicídio diante de um espelho, Laura e Katherine. Um espelho gigante caiu em cima de um cara chamado Dave mas nada de Mary.
- Droga - Se jogou na cama.
- Não liga não, ainda tem muito mais pra pesquisar - Olhou na ponta de sua cama onde havia uma alta pilha de livros. Niall se levantou em direção á saída.
- Onde você vai?
- Fazer um lanche.
- É, essa vai ser uma longa noite - Disse abrindo e colocando um dos livros sobre seu rosto.

Continua...

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Hey Hunters! Gostaram desse capítulo tanto quanto eu gostei de escrevê-lo? Espero que sim! :)
Essa foi a primeira caçada do Louis, mais ainda terão muitas, oque acham hum? Um pouco assustador, não? Comentem oque acharam desse capítulo o que gostaram e o que não gostaram, ah e vocês acham que o Louis fez o certo em não ter chamado o Harry para ir junto? Ou vocês acham que ele deveria tê-lo chamado? 
Muito obrigada mesmo por todos os comentários vocês são demais amores! Comentem esse também e me deixem ficar sabendo tudo que estão achando! Beijos amores amo vcs - Sara xoxo

Mini Imagine - Liam Payne

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Change Your Ticket

    Liam sorria sem um motivo aparente, seu corpo se encontrava em êxtase e ele se sentia no paraíso, todos seus músculos estavam relaxados, e aquela sensação maravilhosa o tomava por completo, soltando um longo suspiro e se espreguiçando na grande cama de hotel de lençóis brancos, que agora havia se tornado imensa com a ausência de alguém ali. Virando-se, Liam teve visão privilegiada do corpo feminino á sua frente, o corpo pequeno e pertencente a ele - tal como na noite anterior -, ele escorregou os olhos por suas coxas fartas e subindo o olhar ele os fixou no traseiro da garota. Um sorriso preguiço lhe surgiu nos lábios.
- Acordada tão cedo - Disse Liam bocejando logo em seguida.
- Tenho que me adiantar se quiser pegar o primeiro voo para Flórida - Diz se olhando no espelho enquanto vestia sua calcinha.
- Flórida? - Suas sobrancelhas se juntaram num V - O que vai fazer lá? - Perguntou frustrado.
- Preciso voltar Liam, venho lhe dizendo isso á dias -  Respondeu terminando de fechar o sutiã rosa claro.
- Pensei que ficaria o final de semana todo aqui - Se sentou na cama cobrindo as pernas com um lençol branco.
- Mudança de planos - Vestiu seus jeans skinny. Liam suspirou pesado e se jogou na cama fitando o teto.
- Aquele assunto de novo?
- Sim Liam, aquele assunto de novo - Vestiu sua regata branca e virou-se para olha-lo, se arrependendo logo em seguida, pois não pode evitar os pensamentos que lhe rodaram a cabeça ao ver o garoto daquela maneira.
- Pensei que tivéssemos resolvido isso - Bufou.
- Por que quer tanto que eles não saibam? - Se sentou numa das poltronas creme que haviam no quarto e se apressou em calçar os sapatos de salto - Tem vergonha de mim? - Arqueou uma das sobrancelhas. Liam rapidamente negou com a cabeça antes de responde-la.
- Claro que não (Seu/Nome)! Isso jamais me passaria pela cabeça, não seja boba.
- Então me dê uma boa razão para acreditar em você.
- Tente entender meu amor, eu não quero essa vida para você, sei o quanto preza sua privacidade e não quero que isso seja afetado.
- Prezava, a partir do momento que eu comecei a ter de dar alguns trocados para os seguranças para poder conseguir entrar em seu quarto. Eu sou o que? Uma prostituta?
- Meu amor, não é bem assim...


- Claro que é Liam! - Gritou irritada enquanto começava a jogar suas roupas em sua mochila e logo em seguida a jogar nos ombros.
- Você está estregando todo o momento - Se levantou indo em direção a garota e colocando uma de suas mãos em seu rosto e acariciando a maçã de seu rosto com o polegar.
- Mas que moment... - Não conseguiu prosseguir pois Liam a silenciou com um beijo calmo e lento, e levando uma das mãos até seu ombro, começou a escorregar lentamente a alça de sua mochila pelo seu braço, até que a mesma já se encontrasse no chão. Girando os calcanhares, Liam delicadamente a deitou sobre a cama, e se dedicou a pele nua de seu pescoço, beijando cada traço do mesmo, a cada beijo molhado (Seu/Nome) se deixava levar fechando os olhos para aproveitar o momento, relaxando seu corpo aos poucos, quando estava nos braços de Liam era como se perdesse todos os sentidos e seu corpo não respondesse mais por si, acariciando sua barriga, Liam lentamente começou a levantar sua regata e foi ai que por um impulso, bem la fundo, um traço de sua sanidade gritou a alertando que deveria voltar á real, e rapidamente se esquivou de Liam, o empurrando para que saísse de cima de si.
- Algo de errado?
- Eu realmente preciso ir - E tratou de se apressar em se levantar, quando uma mão quente segurou firme seu pulso.
- Nós temos tempo de sobra, (Seu/Nome) - Falou calmo.
- Não, não temos,
- Você provavelmente deveria ficar uns dias a mais - Implorou a fitando com seus olhos castanhos, incrivelmente sugestivos.
- Eu posso ficar - Se deu por vencida e Liam não pode conter um sorriso - Com tanto que você conte á todos sobre nós - E logo seu sorriso se transformou em uma linha fina.
- Nesse caso, pode ir então - E soltou seu pulso, deixando que seus dedos a tocassem uma última vez.
- Imaginei que sim - Respondeu e rapidamente pegou sua mochila novamente a colocando sobre os ombros, e seguiu em direção a porta.
- Isso não precisa acabar - Proferiu uma última vez, (Seu/Nome) o ignorou revirando os olhos, para em seguida fechar a porta com um baque alto que ecoou pelo quarto.


    Ela ainda repassava toda sua conversa com Liam na cabeça enquanto tentava dar um jeito em seu cabelo no espelho do elevador, ela sabia que também não seria fácil dizer para todo mundo que ele escondia um relacionamento mas com certeza não era justo com ela agir como um nada, alguém que ele pode ter a hora que desejar assim como pode despachar a hora que desejar. Ela começava a cogitar a possibilidade de Liam não querer um relacionamento sério ou ter medo de um. Assim que as portas se abriram ela saiu em passos largos e firmes até o hall de entrada arrastando sua mala pelas rodinhas, ela já podia ouvir os agudos e estridentes gritos de meninas, e claro, alguns comentários maldosos. Ela realmente não se importava com isso há algum tempo, são apenas garotas que o amam assim como ela o ama. Suspirou desviando timidamente sua atenção ao seu celular, não havia nada em que ela fosse usar nele mas só era um modo de tentar ignorar os milhões de olhares levados á ela.
    Esperou durante um tempo - um longo tempo - um táxi que a levasse até o aeroporto. Colocou sua mochila e mala no porta-malas e abriu a porta do veículo visualizando uma última vez o hotel e a janela do quarto de Liam onde este também a observava, acenou fraco com a mão para ela que ignorando adentrou ao veiculo.
     Liam ainda não havia se conformado que ela havia ido embora, ela prometeu que ficaria, não se descumpre promessas assim. Não dava para ele simplesmente gritar na varanda ''Hey vocês, eu estou namorando e não contei a vocês por motivos não aparentes'', quem dera fosse fácil assim. Ele assinou o contrato, poderiam fazer qualquer coisa com ele e também com (Seu/Nome) se soubessem. Mas ele tinha de admitir que era um pouco covarde por não ter coragem de contar, ele temia que fizessem algo com ela, era ela a razão de tudo, só provavelmente não sabia. Ele só pediu mais um tempo, apenas mais alguns dias para que estivesse pronto para contar, porém para ela parece que esse tempo já havia se esgotado. Ele tinha de contar ela já havia esperado tempo de mais, Liam tinha de confessar. Essa rotina estava difícil até para ele, era tortura vê-la apenas nos dias de folga ou em alguns dos finais de semana mas ele tentava não pensar nisso enquanto estava com ela, ele tinha de aproveitar.
    Havia realmente algo que a impedisse de ficar com ele? Havia um motivo concreto para isso? Provavelmente não, ela não se importava com algumas fãs e seus comentários maldosos, assim como não se importava se todos a odiassem. Okay, definitivamente Liam tinha de tomar coragem e contar, era apenas ele. Ele estava decidido á isso, iria contar, e ficaria do seu lado para o que quer que houvesse, não importava o que acontecesse. 
     Então quase que instantaneamente Liam correu para em direção a porta, já estava esperando o elevador quando se deu conta que estava completamente nu, xingando algo sem motivo aparente, ele se apressou em entrar em seu quarto novamente, e caçar seus jeans que minutos depois ele encontrou jogado ao lado da TV, um sorriso sapeca brincou em seus lábios ao lembrar como a peça havia ido parar ali, depois de já tê-la vestido ele calçou seus coturnos marrons escuros e pegou sua camisa social azul clara e correu porta a fora, por uma grande sorte a porta do elevador acabará de abrir, adentrando na mesma, Liam abotoava os botões da sua camisa inquieto. Assim que havia chegado ao estacionamento ele se adiantou em entrar no carro e logo dar a partida girando a chave na ignição, assim que se pôs para fora do hotel, foi possível se ouvir vários gritos estéricos acompanhados de várias adolescentes que se jogavam frente ao carro, Liam bufou irritado, ele amava suas fãs mais que tudo na vida, mais naquele momento elas não estavam ajudando em nada no seu "grande ato de amor", virando a esquina numa rua próxima ele já se via livre de toda aquela muvulca, e dentre alguns minutos estacionou o carro frente a uma floricultura, lia-se em letras garrafais grandes e rosas "Flores Flor's", já dentro do estabelecimento, uma senhora simpática o perguntou como poderia ajudá-lo, e ele logo lhe disse o que queria.
- Um buquê com seus melhores lírios, por gentileza - E sorrindo a mulher se virou para atender ao seu pedido.
- Quem é a jovem de sorte? - Perguntou tentando puxar assunto com Liam. Limpando a garganta ele lhe respondeu.
- A garota mais linda desse mundo - Seus olhos brilharam ao lembrar de sua adorável (Seu/Nome) - Minha namorada. Acabei por cometer um grande erro e estou tentando concertar minha burrada - Disse fazendo um bico fofo ao acabar de falar.


 A mulher sorriu com isso, e voltou lhe entregando um buquê com lindos e grandes lírios amarrados em uma fita de cetim verde limão.
- Não querendo me intrometer em seu ato romântico, mas não seria melhor levar um belíssimo ramo de rosas para a adorável moça? - Estendeu as mãos mostrando as belas rosas que ali haviam. Liam negou com a cabeça sorrindo.
- Ela me mataria se leva-se rosas, sempre achou muito clichê - A mulher riu e assentiu com a cabeça entendendo o ponto de vista do rapaz. E deixando no balcão o dinheiro do buquê, Liam correu em disparada para seu carro.
   (Seu/Nome) colocou sua bagagem na esteira que as levava até o detector de metais e se dirigiu até a fila para fazer o check-in, ela ainda não havia esquecido a discussão com Liam e estando no aeroporto fazendo o check-in para ir para longe dele ela sentia ainda mais vontade de esquecer tudo e voltar para os braços dele, mas estava decidida, ela iria para Flórida.
  A velocidade em que Liam ia era desnecessariamente alta porém por um bom motivo. Estacionou e saiu apressado dali correndo até o aeroporto, olhou no relógio,  restavam apenas alguns minutos para que o voo de (Seu/Nome) saísse,  eram apenas alguns minutos porém ele ainda tinha tempo.
- (Seu/Nome)! - Gritou ao que foi rodeado de calorosas fãs. A garota olhou até ele ao ouvir sua voz mas apenas negou com a cabeça. Liam bufou mas posou para umas fotos e deu alguns autógrafos desajeitados. E então ao longe à viu, ela caminhava de cabeça baixa até o avião.
 - (Seu/Nome) espera! - Gritou e ela parou ao longe de braços cruzados.
   Olhou em volta e parou seu olhar num megafone de um dos funcionários do local e o pegou enquanto este o amaldiçoava. Subiu numa das cadeiras dali e teve todas as atenções levadas a ele ao ligar o megafone.
 - (Seu/Nome) me perdoa, eu sei que fui um idiota, um covarde por esconder meu amor, mas o que eu fiz foi por você,  para protegê-la, eu tinha medo do que podia acontecer á você, você não merecia isso, a melhor namorada do mundo merece ser tratada da melhor maneira possível. Mas agora quero que saiba que eu vou estar aqui pra você, e que enfrentarei tudo que for preciso ao seu lado, mas tenho uma condição. Volta para mim, me deixe mudar sua passagem e volte para mim - Pediu com afeto no olhar.
  E ela sem resposta correu até ele com lágrimas nos olhos, o abraçou e deixou que Liam a abraçasse como nunca antes.
 - Eu te amo Liam - Disse sorrindo e puxando pela nuca para um beijo. Um beijo de desespero mas ao mesmo tempo de alívio, um beijo lento mais caloroso.


Não se era possível para eles ouvirem o que acontecia ao fundo mas pessoas aplaudiam e algumas soltavam uns "anwws" suspirando. E ao abrirem os olhos novamente (Seu/Nome) e Liam souberam, não havia país,  nada, nem ninguém que pudesse separá - los desde que tivessem um ao outro.


FIM

  Muito fofo, não? Espero que tenham gostado desse imagine cute com nosso gordo delícia - hahaha para com isso Sara '-'.
   Esse imagine foi bem clichê e bem tradicional mais de um modo diferente, não é? Hahaha, como podem ter visto e reparado, a inspiração para esse imagine foi a Música Change Your Ticket do Four :') por que essa música é perfeição e merece uma história, concordam? Eu e a Bea o escrevemos juntas, cada uma teve uma parte e juntando todas as ideias deu isso, e ai formamos uma boa dupla?
   Estamos prontas para escrever ainda mais imagines, e um pouco de tudo, o próximo será um imagine do Louis ou do Zayn - depende quem terminar primeiro - o do Louis será escrito pela Bea, caso ela termine ele primeiro de certo o postara primeiro, o do Zayn eu vou escrever e é o mesmo esquema, se eu terminar antes posto antes :) Blz? Ah e, a Bea vai escrever um do Harry também, e eu um do Niall.
     Não se acanhem em comentar, digam tudo e não escondam nada, ouquei? U_U
Quero saber tudo nos minuímos detalhes, digam tudo que gostaram nesse imagine, e se somos boas ou não para escrevermos mais. Beijos amoras do meu jardim, amo vocês - Sara xoxo