Our Destiny - Capítulo dezessete / 2ª Temporada.

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Capítulo dezesete – Por favor.
O perigo está sempre bem do seu lado.
Aline Gonsalvez P.O.V’s 

            Paramos de procurar quando encontramos um grupo de policiais fazendo uma limpeza em um local com várias folhas, olhei para Louis que esticou a mão para mim e eu segurei com força a prendendo, olhei em volta e começamos a andar bem devagar, assim que os policiais nos notaram eles vieram na nossa direção fazendo um milhão de perguntas que a minha cabeça não suportava, olhei pra trás procurando por Camila, procurando ela porque era a única que me confortava quando eu estava sendo pressionada, mas infelizmente ela não estava com a gente, ela não tinha voltado e esse era o maior motivo da minha cabeça doer e eu começar a ficar tonta. Percebi então alguns animais mortos ali, pássaros, veados e um bode, eu acho. Por isso os policiais estavam ali. E quando Harry que sabia falar francês disse que estávamos ali procurando alguns amigos que tinha sumido e que eramos turistas os policiais pediram que nós os seguíssemos.

Eu: O que vai acontecer agora?
Louis: Vão nos mandar pro hotel.
Harry: Eu não vou pra lugar nenhum sem encontrar a minha namorada.
Policial: Vocês são jovens demais para andarem aqui, essa floresta é perigosa, animais morrem sem ninguém saber como, acho melhor vocês voltarem para o hotel que estão hospedados e nós vamos encontrar seus amigos.
Harry: Mate, eu não sei se você não entendeu, eu não vou ir embora sem encontrar a minha namorada.
Policial: Eu acho que quem não entendeu foi você. Nós vamos encontrar a sua namorada mas você tem que ficar fora disso. – saímos de fora da trilha e eu conseguia ver a estrada nunca me senti tão feliz.
Eu: Se eles falaram que vão encontrar, eles vão, Harry. Não se preocupe.
Harry: Está ficando de noite, Ally. Eu não sei como a SeuNome pode estar.
Zayn: A Camila também está lá e nem por isso estamos nós estressando, vamos esperar eles vão encontrar.
Eu: Não sei....
Louis: Vamos, Hazza.... vai dar tudo certo.
Harry: Tudo bem mas se acontecer alguma coisa com as quatro que estão lá, vocês vão ser os culpados. – falou pra nós e pros policiais também.
Louis: Não se preocupe mate, vai dar tudo certo.
Harry: Eu espero que sim.
Zayn: Alguém precisa voltar e buscar Liam.
Policial: Não se preocupe, nós vamos pegá-lo e levaremos até vocês.

            Os policias empurraram nos para um caminho de barro e então avistamos algumas viaturas e Cameron, Benjamin, Matthew, Taylor e Martha. Eles sorriram para nós e vieram em nossa direção. Cameron me abraçou tão forte que eu senti meu corpo se desmanchar ali e ficar somente a minha alma, exagero meu, eu sei. Observei todo mundo se aproximar de uma viatura e então se apoiarem ali, Harry bateu o pé e disse que queria ver os policiais entrarem na mata e procurar por SeuNome.

– Essa viajem tinha tudo pra ser perfeita. – escutei a voz de Niall atrás de mim, ele e Zayn estavam juntos, Zayn fumava um cigarro enquanto Niall tinha os olhos avermelhados e a voz embriagada.
Zayn: Cidade do amor, mas até agora, um dia apenas de chegada e já aconteceu isso, sumiram todos.
Niall: Deveríamos estar nos divertindo juntos, rindo, brincando, como amigos.
Zayn: Não deu certo. – soltou a fumaça no ar e fez um biquinho.
Eu: Vocês sabiam que a culpa são de vocês não é? Vocês sumiram naquela floresta deixando-nos preocupados e então a Cams foi atrás de vocês com a Sidney e depois a SeuNome preocupada com o Harry. Tudo isso é culpa de vocês! – apontei pros meninos ao meu lado e eles balançaram a cabeça concordando.
Zayn: Thomas disse que tinha encontrado um lugar legal e nós precisávamos ver, ele disse que tinha bebida e que seria legal, e nós fomos. Mas eu não sei o que aconteceu, eu bebi demais e adormeci, acordei somente naquela praia suja e todo grudento.
Eu: E cadê Thomas afinal de contas?
Anice: Aquele garoto apareceu do nada e vocês deram atenção a ele, ele foi se infiltrando no meio de vocês, eu sinceramente não sei o que aconteceu com o grupo que vocês tinham naquela merda de colégio, porque agora qualquer um pode se encaixar, qualquer um faz parte, qualquer um manda. Qual é, só foi aquele garoto vir conosco que começou esse inferno, tudo bem que nós tínhamos uma rixa, eu não gosto de vocês e vocês não gostam da gente, mas, pelo menos eu não tentei atrasar lado de ninguém e sinceramente? Eu nunca faria essa confusão, eu tenho certeza que esse idiota está por trás disso. – ela puxou um celular que o Harry tinha nas mãos.
Eu: Eu concordo com ela. – todos me olharam – O que é? Eu sei ver o lado certo das coisas, foi só chamarem esse Thomas para vir com a gente que começou essa bagunça.
Anice: Viu, eu não sou a única com razão aqui. – ela tinha o telefone no ouvido mas falava comigo. – Pai? Oi, pai, eu estou na França.... sim, com os meus amigos. – ela me olhou e deu as costas. – Preciso de um favor seu.
Harry: A gente não deveria ter vindo, eu estava com um pressentimento ruim no avião.
Taylor: Galera, desculpa eu fui o principal culpado.
Zayn: Tudo bem, Taylor.
Louis: Tudo bem? Ele inventou de fazer essa maldita trilha, além de ter um monte de mosquito eu fui excluído da festinha que vocês fizeram ontem a noite, e além do mais se eu estivesse junto essa besteira nunca teria acontecido.
Harry: A culpa é minha, eu deveria ter ficado com a minha namorada.
Benjamim: Não adiantam vocês ficarem culpando uns aos outros. Agora já foi, não adianta nós ficarmos falando sobre o que cada um fez de errado pro outro, agora nós temos que sentar e esperar vamos ver se a polícia desse lugar é eficiente.
Eu: Tomara que seja.
Zayn: Eu espero, eu preciso fazer algo enquanto a coragem vem. – Niall se sentiu incomodado e começou a andar na direção da Anice.
Harry: Vai dar tudo certo cara.
Liam: Sim, vai dar! – escutamos sua voz e então vi Zayn correndo em sua direção para abraçá-lo, pelo menos tinha trazido Liam, agora faltam o resto.

SeuNome P.O.V’s 

Eu: Thomas? – ele ligou o carro e saiu rapidamente pela estrada, eu o olhei espantado, nós deveríamos ter ficado do lado de fora do hospital como ele disse que ficaríamos para Camila, esperando ela sair de lá.
Thomas: Sim?
Eu: Aonde está indo? Nós temos que ficar esperando a Camila.
Thomas: Ela sabe voltar pro hotel, não se preocupa.
Eu: Não, não, isso é errado Thomas. Vamos voltar.... Jéssica? – virei-me no banco e olhei para Jéssica e Sidney, ambas dormiam quase em cima uma da outra. – Porque, porque elas estão dormindo?
Thomas: Talvez seja sono.
Eu: Não, não é.... elas estavam acordadas até agora.
Thomas: Eu não sei, SeuNome.... para de fazer perguntas.
Eu: Volta agora pro hospital.
Thomas: Não.
Eu: VOLTA! – gritei nervosa e comecei a sentir que ia chorar. – Pra onde está indo?
Thomas: CALA A SUA BOCA. – gritou me assustando e eu me afundei no banco com medo. – Você não entendeu? Eu não quero a Camila com a gente, porque mesmo com aquela perna machucada ela é mais corajosa que qualquer uma de vocês. Ela seria o obstáculo que impediria de eu ter você pra mim.
Eu: Do que você está falando? – senti as lágrimas rolarem o meu rosto.
Thomas: Te vi entrar no hotel, seus cabelos soltos e os seus olhos marcantes, seu namorado mal olhava para você mas você sorria demonstrando que estava feliz com ele, eu nunca tinha visto o amor antes de te ver com aquele idiota. Então decidi que queria aquele amor pra mim.
Eu: O quê? O que te faz pensar que eu vou....
Thomas: Você vai, SeuNome. Meu irmão sempre disse que eu poderia ter tudo o que quisesse e eu quero você. – ele me olhou enquanto dirigia atento. – Eu nunca encontrei uma garota como você antes.
Eu: EXISTE MILHARES DE GAROTAS COM VAGINAS POR AI. Aliás todas elas são, porque eu?
Thomas: Porque você é especial!
Eu: Porque? – minha voz saiu fraca e quase sem som, ele me olhou sorrindo.
Thomas: Porque você ama, e eu quero alguém que ame como você.
Eu: Você quer o quê?
Thomas: Que me ame como ame o Harry. As garotas atualmente não amam homens como você ama, não olham para garotos como você olha, eu quero você porque Harry te ama mas você não merece o amor que ele tem pra te dar, você merece do meu amor e mereço do amor que Harry não precisa. Você é capaz de amar alguém mais do que amar a você mesmo e eu preciso desse amor.
Eu: Franceses são doidos. – abaixei o vidro do carro e coloquei a minha cabeça pra fora. – AIDEZ-MOI! – gritei em francês para algumas pessoas que estavam na rua mas elas apenas olharam pra mim e riram, vi o vidro do carro fechando e entrei rapidamente sentindo Thomas me olhar com fúria.
Thomas: Se fazer isso novamente eu vou acelerar e jogar você lá fora.
Eu: Não teria do meu amor dessa forma.
Thomas: Você está certa, mas eu não teria do seu amor e mais ninguém teria.
Eu: Qual é o seu problema com o Harry?
Thomas: O meu problema com o Harry? Talvez o simples fato de ele ter o que quer.
Eu: Ele não ter o que quer.
Thomas: Ele te você, isso é o que ele quer.
Eu: Como sabe?
Thomas: Eu sei de muitas coisas, SeuNome e sei que ele quer muito você, mais que tudo, mas infelizmente é algo que ele não vai ter.
Eu: Você é maluco.... Para esse carro agora. PARA O CARRO, PARA O CARRO, PARA O CARRO, PARA! – comecei a bater com força em seus braços e senti o carro dar um leve zig-zag na pista, continuei batendo no braço do louco do Thomas, mas então senti um estalo forte e então uma dormência no meu rosto, cai contra o banco e senti a minha bochecha esquerda doer, tinha recebido um belo de um tapa. – Eu não quero ir com você, o que eu te fiz?
Thomas: Cala a sua boca.
Eu: Por favor, Thomas. – senti minhas lágrimas molharem mais o meu rosto, e então comecei a ficar desesperada. – Por favor me deixa ir, eu não sei o que posso fazer por você mas eu não posso ficar, por favor, por favor, por favor.
Thomas: SeuNome eu não vou pra cadeia, agora não tem mais volta. Eu prometo que se você for comigo a doutora Margareth não fará nada de mal com a Cams e deixará sair do hospital bem.
Eu: O quê?
Thomas: Quer que a Camila e a Sidney e a Jéssica fiquem bem? Então fica quietinha ai no banco que eu prometo deixá-las irem embora sem nenhum arranhão. Além disso, meu irmão está bem próximo do Harry, ele tem um caso de nível alto com a polícia por causa de uma agressão né? Saiu no jornal de Chelshire, eu li. Enfim, se você não quiser que seu namorado vá pra cadeia francesa fica quieta.
Eu: Sabe qual é o seu problema? Você assiste muito filme de ficção. Isso não vai dar certo, não vai.
Thomas: Como tem tanta certeza.
Eu: Porque eu sou brasileira. – mexi meus dedos embaixo da minha perna, o meu celular estava descarregando, liguei o GPS, era a única coisa que conseguiria fazer no momento, travei aquela merda e coloquei dentro do meu short apertado, rezei para que ele não caísse e não tocasse.

Continua.... 
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EITA JOVANAAAAAAAAAAAAAA! 
Espero que gostem desse capitulo, não vai dar pra divulgar no whatsapp e no facebook pq é horário de verão e eu to perdidona aqui com os horários ai to atrasada com os estudos e tudo. Bom, até amanhã. Beijocaaaaaaaaaaaaaaaas :**** 

Our Destiny - Capítulo dezesseis / 2ª Temporada.

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Capítulo dezesseis – Ele?
Nunca perca de vista o amor da sua vida.
Camila Homs P.O.V’s 

            Escutamos um barulho vindo do meio das árvores mas não era ninguém já que a Sidney se assustou e logo voltou a postura normal, me sentei ajeitando a minha perna e sentindo dar uns choques fracos ali, Sidney se sentou em um tronco de árvore cortado e começou a mexer no celular. Aparência realmente enganam as pessoas, eu vi o quanto ela gostava de Niall e por eu ser tão hipócrita mal quis conhecer a garota para saber realmente como era e foi preciso que os meninos sumissem para que eu a conhecessem de verdade.

Sidney: Estou começando a ficar com fome.
Eu: Eu também. – falei baixo e senti a minha barriga roncar.
– Tem alguém ai? – escutamos a voz fina de alguém e tentei me levantar esquecendo da perna e senti ela doer me joguei contra o chão sentindo o meu corpo todo doer.
Sidney: Camila, você tá bem?
Eu: Sim, sim.... vai ver quem está chamando. – falei entre as dores que senti e escutei os sapatos de Sidney amassarem algumas folhas no chão enquanto andava em direção a algum lugar.
Sidney: QUEM ESTÁ AI? – gritou me irritando.
– Sidney? – escutei a voz se aproximar.
Sidney: Thomas, o que você está fazendo aqui?
Thomas: Estava voltando pra trilha aonde está Louis e me perdi.
Sidney: E veio parar aqui?
Thomas: Você está achando que é coincidência? Claro que não. – deu ombros e andou até a mim que já tinha recuperado o meu ar e a minha perna só latejava. – O que aconteceu?
Eu: Cai da árvore e não consigo andar.
Thomas: Poxa, está inchado.
Eu: Poxa, não me diga. – ironizei e recebi um olhar apreensivo dele e pude escutar uma risada de Sidney.
Thomas: Vamos fazer assim eu vou levar vocês para uma casa que eu encontrei perto daqui e deixo vocês lá descansando e vou atrás da galera.
Sidney: Por mim tudo bem.
Eu: Tem outra opção?
Thomas: Não.
Eu: Certo.

            Me ajeitei devagar e Thomas me ajudou me pegando no colo, Sidney veio logo depois enquanto Thomas andava um pouco rápido demais para quem não conhecia a floresta. Avistei uma casa de madeira um pouco perto e ela parecia altamente sombria com a aproximação que estávamos tomando, olhei para Sidney que me olhou sorrindo como se dissesse “estamos a salvo” Tudo isso é culpa do Taylor e das ideias idiotas dele, eu nunca mais me esquecerei disso.
Thomas subiu em cima de um deck de madeira e achei que afundaríamos chão abaixo pelo barulho da madeira rangindo. Ele empurrou a porta e eu olhei em volta, Sidney fez uma careta estranha e eu ri com aquilo. Thomas foi comigo até um colchão velho no chão e me colocou ali.

Thomas: Você pode ficar aqui, não tem ninguém morando aqui a dias.
Eu: Tudo bem, você vai conseguir encontrar o caminho de volta não é?
Thomas: Sim, claro que eu vou. Só não saia da casa okay? Está ficando de noite não sei tem animais nessas florestas, ou caçadores algo do tipo. Então não saíam.
Sidney: Tudo bem ela não vai sair e nem eu.
Thomas: Olha naquela sacola tem algumas frutas vocês podem comer.
Sidney: Obrigada. – ela correu até lá e começou a mexer na sacola tirando algumas frutas, eu olhei para ela e a vi sorrindo, tirou maçãs e um cacho de banana e virou para mim sorrindo e jogou umas frutas em cima de mim, me virei para olhar pro Thomas mas ele não estava ali.
Eu: Cadê ele?
Sidney: Já deve ter ido, o importante é que temos, água, frutas, e um colchão e um sofá para dormimos, tem um banheiro meia boca ali, mas nada que não dê pra usar.
Eu: Eu estou com medo da gente não conseguir encontrar eles.
Sidney: Thomas vai trazer o Niall e o Louis eles vão nos ajudar, Cams. Agora come.
Eu: Não quero.
Sidney: Come, você precisa comer, está ficando amarela.
Eu: Eu sou amarela.
Sidney: Você entendeu, agora come.
Eu: Não quero, por favor, não força.
Sidney: Camila, o que está acontecendo com você, tudo bem que eu não te conheço nem nada mas tem alguma coisa estranha acontecendo, sei lá você está mais legal, mas as vezes discute a toa e briga também, parece ficar madura, mas, ao mesmo tempo, imatura por esconder alguma coisa.
Eu: Não tem nada demais Sidney.
Sidney: Tem sim, pode me contar, eu juro não vou fazer nada que prejudique você. – a encarei e ele se apoiou no sofá e me olhou com seriedade.
Eu: Estou grávida. – falei com a voz trêmula e o meu coração se apertou, desde que descobri foi a primeira vez que aceitei o fato de que estava grávida.
Sidney: Grávida?
Eu: Normalmente isso acontece quando....
Sidney: Sim eu sei, mas.... a quanto tempo?
Eu: Seis meses.
Sidney: SEIS MESES. – ela gritou e então olhou em volta, suspirou e se jogou no sofá azul que tinha ali. – Camila, cinco meses?
Eu: Sim, vai fazer sete depois de amanhã.
Sidney: Quem é o pai? Você sabe? – revirei os olhos e vi Sidney pedir desculpas, suspirei fundo e resolvi contar não tinha mais nada a temer né, e talvez ela não contaria pra ninguém.
Eu: O Zayn. – falei baixo, tão baixo que Sidney teve que se inclinar na minha frente mas ela escutou
Sidney: Ele sabe? Ele sabe né e vai te ajudar com essa criança.
Eu: Não, ele não sabe, por isso eu estou tentando esconder, parei de comer pra ver se não engordava, comecei a usar essas blusas. – tirei a minha blusa de moletom grande, uma blusa que peguei emprestada com Harry, Sidney olhou pra minha barriga e arregalou os olhos.
Sidney: Está enorme. – ela sorriu e veio até a mim se ajoelhando na minha frente e passando a mão na minha barriga e sorri. – Está tão redondinha, tão linda. Todo mundo ficaria babando por isso.
Eu: Fiquei com medo de Zayn se afastar, nem mesmo ele sabe, eu tenho me afastado quando ele tenta me agarrar ou coisa do tipo, não quero que ninguém saiba disso, não queria que ninguém ficasse sabendo.
Sidney: E quando ficasse maior?
Eu: Eu daria um jeito de esconder Sidney, ninguém presta atenção em mim, então seria fácil me esconder ou ficar um tempo longe até ele nascer.
Sidney: Ele?
Eu: É um menino, em Londres mesmo eu fiz um exame e descobri que era menino.
Sidney: Zayn vai ficar muito, muito feliz, Cams.
Eu: E se ele não aceitar? – perguntei com medo.
Sidney: Ele gosta de você.
Eu: Ele gosta de todas, ele é tipo um garoto que fica com todas, ele pegou quase toda a escola.
Sidney: Eu não fiquei com ele, e não conheço ninguém além de você que ficou com ele.
Eu: Ele.... ele fica escondido com as garotas e pede pra que elas nunca contem assim eles podem ficar mais vezes.
Sidney: Idai? Não é porque ele pega essas garotas que ele não pode ser homem de assumir, Zayn é maduro, tenho quase a certeza que ele seria um bom pai e te apoiaria em tudo. E quando nós voltarmos você vai contar pra ele e pras suas amigas, vai dizer a Ally que está grávida de um menino e que ela vai te ajudar com o nome, vai pedir pra ela ser a madrinha do seu filho, além disso vai dizer a Zayn ficar ao seu lado nesse momento tudo bem? Se você não fizer eu vou fazer, você não vai querer que seus amigos saibam dessa gravidez por mim, vai?
Eu: Não. – ri baixo. – Eu sinto muito por ter escondido ele de vocês.
Sidney: Não precisa pedir desculpas pra mim, você sabe eu nunca te apoiei em nada e peço desculpas por isso.
Eu: Tudo bem. – sorri fraco e olhei pra minha barriga aonde Sidney estava com a mão apoiada. – Mas ainda estou com medo, medo de como vai ser, de como vai nascer.
Sidney: Não precisa ter medo, só lembre-se ele vai ser lindo como o pai e divertido como a mãe, só espero que ele não receba de brinde sua ignorância porque se não minha filha não vai querer namorar ele. – ri pelo nariz e olhei pra Sidney que colocou a mão no meu ombro e me puxou para um abraço. – Um pequeno Malik, gente isso é inacreditável. – sorri ainda com a felicidade que Sidney parecia me passar. – Bom, mas pra esse menino nascer bem você precisa descansar está com a perna machucada ai e deve estar exausta, vou ver se preparo alguma coisa boa com aquelas frutas pra você comer, só deita um pouco e dorme tudo bem?

            Ela se afastou de mim e sorriu se levantando, assenti com a cabeça, olhei para a parede de madeira, nenhuma parede tinha quadros ou coisa do tipo a casa era totalmente abandonada e sem iluminação o que me fez ficar com um pouco de medo, afinal se eu fosse dormir aqui não estaria 100% confiante. Sidney foi mexer nas frutas com gosto e comia com vontade, uma coisa em comum com Niall a fome, os dois juntos deveriam dar um prejuízo e tanto. Deitei no colchão e coloquei as minhas mãos atrás da cabeça, fechei os olhos e pensei que se dormisse agora enquanto Sidney estava acordada quando eu acordasse ela poderia dormir e então eu passaria a madrugada acordada pensando, seria melhor do que dormir e ficar insegura com o que pudesse acontecer enquanto eu dormia, obvio que poderia acontecer comigo acordada mas eu preferia saber o que aconteceu do que dormir e não acordar mais. Nem quero imaginar isso.

[…]

– Mas porque você seguiu ele?
– Porque eu quis, ele disse que tinha encontrado os meninos.

            Abri meus olhos com um pouco de dificuldade e olhei para o meu lado vendo SeuNome e Sidney conversando, tinha uma vela acessa em algum lugar porque conseguia iluminar o pouco o lugar, me sentei no colchão e olhei para a minha perna ela estava roxa entre o joelho e a coxa e o meu pé estava muito – muito mesmo – inchado. Vi as meninas se aproximarem de mim e se ajoelharem na minha frente.

Eu: Eae SeuNome, o que você está fazendo aqui?
SeuNome: Thomas disse que sabia aonde estava o Harry e me trouxe aqui.
Eu: Afinal o que ele quer colocando nós três aqui?
Sidney: Talvez ele se enganou!
Eu: E cadê ele agora?
SeuNome: Foi fumar um cigarro.
Eu: Lá fora?
SeuNome: Sim.
Sidney: Droga, droga. – ela levantou e foi até lá correndo e voltou com o rosto já vermelho e parecia com vontade de chorar. – Ele não está lá.
Eu: PORQUE ELE DEIXOU A GENTE AQUI? PORQUÊ? – gritei nervosa e abaixei a cabeça segurando a vontade de chorar.
SeuNome: Você precisa de um médico.
Eu: Não preciso de bosta nenhuma, eu só quero sair daqui.
SeuNome: Nós vamos, não se preocupe o Thomas é legal ele não faria nada de mal para nós. Além do mais, nós somos três ele é um.
Eu: Três? Dois e meio. Porque eu não consigo me levantar.
– Ei garotas. – escutamos a voz do Thomas entrando. – Arrumei um carro eu vou levá-las ao hotel.
SeuNome: Mas e o Harry?
Thomas: Ele está indo para lá, foi justamente ele que arrumou o carro.
Eu: Conta outra, o Harry é o ciumento do grupo.
Thomas: Aparentemente Liam machucou o braço e precisa de urgentes curativos então ele achou melhor ir com o Liam já que eu disse que SeuNome estava com vocês duas e segura.
Sidney: Acho melhor irmos então.
Thomas: Tudo bem o carro está lá fora. – ele veio na minha direção e me ajudou pegando-me no colo, olhei diretamente em seus olhos e ele sorriu de uma forma doce mas eu não conseguia acreditar no que ele dizia eu não conseguia. Respirei fundo pensando que tudo ficaria bem e que era apenas paranoia minha.

[…] 

Thomas: Olha esse hospital é ótimo, só que todos falam em francês mas você não precisa se preocupar tem alguns bilíngues, a Sarah, por exemplo. Então ela vai te levar até lá dentro, nós vamos te esperar aqui fora, franceses não gostam quando entra muita gente.
Eu: Tem certeza que vai dar tudo certo? – olhei para a Sarah, ela tinha me colocado em uma cadeira de rodas.
Sarah: Sim querida, nós vamos cuidar de você, voltará para a Inglaterra muito bem.
Sidney: Só não demore, o Niall não está atendendo as minhas ligações.
Thomas: Nós vamos esperar aqui, não se preocupe.

            Eu balancei a cabeça devagar e olhei para a SeuNome que estava dentro do carro olhando para mim preocupada, ela queria vir comigo mas Thomas disse que era melhor ela ficar, então não discutiu. Sarah empurrava a cadeira com cuidado, passamos por uma porta automática e então pude ver poucas pessoas ali, poucas mesmo, estava quase vazio, uma mulher que conversava com outras duas olhou para mim e deu um pequeno sorriso que eu retribui com muita força.
            Ela me empurrou pelo corredor vazio e então me empurrou para uma sala aonde tinha um homem alto magro e bonito, dos cabelos escuros e da pele bem clara, tremi pensando em tudo que ele poderia descobrir se fizesse exames de sangues ou tais, eu não como muito bem já faz uns dias e se descobrisse tenho certeza que me faria comer e eu não quero comer.
            Me colocaram com a ajuda de alguns enfermeiros em uma maca e eu fiquei ali por um tempão, parada olhando pro nada enquanto aquele médico mexia em um monte de papéis e fazia um milhão de contagens, esperava que quando saísse, SeuNome, Thomas e Sidney ainda estejam lá porque se não estiverem eu vou atrás e vou encher a cara de quem for de tapas.

Doutor: Bom, vamos começar.
Continua.... 
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Sem muitos gifs porque não deu tempo de colocar, estou postando as pressas porque preciso sair ainda hoje o.o mas provavelmente eu poste outro capítulo mais tarde. 
ESPERO QUE GOSTEEEEEEEEM, ZAYNNN VAI SER PAPAIIIIIIIII! KKKKHJHSA ATÉ